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Recordando Amando Fontes

          Sinto-me contente pelo convite recebido, do Memorial de Sergipe, da UNIT, para falar sobre Amando Fontes, na data de seu centenário de nascimento . Amando é meu primo e sempre fomos amigos. Ele é filho de meu tio Turíbio da Silveira Fontes, tio paterno, e de Rosa do Nascimento Fontes, parenta por meu avô materno, a quem chamávamos de tia Násia. Irmão de Cacilda Fontes, pessoa muito ligada a meus pais; na minha infância, que foi, por algum tempo, minha professora de piano, e mãe da prima Maria, com quem, eu e minha irmã Cândida, convivemos naquela idade.

          Poucas vezes estive pessoalmente com Amando: quando vinha a Sergipe, nas campanhas eleitorais e em outras visitas aqui, no Rio e em Teresopólis, quando jantamos juntos, presente a minha irmã Celuta, ou naquela ocasião em que dois de seus filhos, Amandinho e Margarida, passaram alguns dias conosco , em Salgado, e ainda quando seu filho, o ilustre médico Olavo, me atendeu em seu consultório, no Rio.

          Tudo isso são lembranças pessoais. Como ainda me lembro de tia Násia, a primeira pessoa que vi morta, no caixão, quando tinha então três ou quatro anos e minha avó materna, Rosentina, satisfez a minha pergunta, dizendo que dormia e ia embarcar para S. Cristovão.

          São lembranças que falam a meu coração, de pessoas de quem compartilhei alguns momentos de sua presença.

          Por outro lado, não sou crítico literário ou entendido em Estética literária, para analisar sua obra como romancista.

          Por isso, esta palestra será um misto de lembranças da pessoa de Amando e de como li e senti suas duas obras, Os Corumbas e Rua do Siriri.

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